Anarquismo, Pensamento e Práticas Insurgentes

São desenvolvidos estudos históricos e teóricos acerca de formas de pensamento insurgente (entendido como saber oriundo da luta, formas de conhecimento que visam elaborar epistemologias e teorias críticas das formas dominantes de saber-poder) e seus impactos sociais e históricos. Essa linha estimular a reflexão epistemológica e teórica crítica legada pelo anarquismo (especialmente, mas não exclusivamente) e sua contribuição para as ciências humanas contemporâneas. Nesse âmbito, busca-se problematizar as bases epistemológicas e ideológicas das ciências e também a relação mais geral entre ciência e política. O objetivo principal é desenvolver a crítica epistemológica e teórica das formas de eurocentrismo, racismo, elitismo, machismo, autoritarismo e a reversão dessas críticas para análise científica, de maneira a fazer outra sociologia das formas de dominação e resistência, que reconheça o protagonismo dos trabalhadores, das mulheres, dos povos e minorias. Toma como objetos teoria clássica, saberes subalternos e descoloniais; educação e pedagogia, sindicalismo, greves e formas de ação coletiva, revoltas camponesas e populares.

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